Operada pela estatal Bapco, a unidade foi alvejada durante uma barragem a vários pontos do pequeno reino, que tem um histórico turbulento de relações com Teerã.
Em 2011, em meio à chamada Primavera Árabe, a população de maioria xiita rebelou-se contra a família real, que é do ramo muçulmano sunita.
O governo culpou os iranianos pela agitação, dado que Teerã é o centro político do xiismo no mundo, e pediu assistência militar aos aliados da Arábia Saudita para reprimir duramente os protestos.
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