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RR NOTÍCIAS > Blog > Mundo > Trump recua de novo e anuncia cessar-fogo de 2 semanas após ameaçar destruir o Irã
Trump recua de novo e anuncia cessar-fogo de 2 semanas após ameaçar destruir o Irã
Mundo

Trump recua de novo e anuncia cessar-fogo de 2 semanas após ameaçar destruir o Irã

Last updated: 8 de abril de 2026 06:16
Gabriel Published 8 de abril de 2026
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Com isso, o prazo para que a teocracia reabra o estreito de Hormuz para o trânsito de 20% do petróleo e gás natural liquefeito do mundo, foi adiado pela quinta vez. O presidente passou o dia sob fogo por sua frase com tintas genocidas, que foi criticada até por aliados.
O anúncio foi feito pouco menos de uma hora antes da expiração do prazo que ele havia dado para que Teerã aceitasse a medida, sob pena de destruir pontes e usinas de energia do país “em quatro horas”, segundo havia dito na véspera.
O regime dos aiatolás havia rejeitado a proposta por sugerir uma trégua, e não uma solução para a guerra lançada pelos Estados Unidos e Israel, que já dura mais de cinco semanas. Mas as conversas continuaram.
O Paquistão, país que centralizava a mediação das conversas indiretas, pediu mais duas semanas a Trump. Seu premiê, Shehbaz Sharif, sugeriu também um cessar-fogo e a reabertura de Hormuz no período.
A decisão reafirma a mística do acrônimo TACO, ou Trump Sempre Amarela nas iniciais em inglês. É um risco ocupacional da tendência do americano de repetir sua estratégia negocial na diplomacia: elevar ameaças e fazer imposições impossíveis ao adversário para ver o que consegue ganhar.
No fim de semana, o republicano publicou uma postagem inaudita para um presidente dos EUA, cheia de palavrões e xingando os iranianos de “malucos do c…”. Na segunda (6), afirmou que poderia destruir o Irã em uma noite e, nesta terça, pintou sua guerra com cores de um extermínio, numa frase tão malvista que até o papa Leão 14, primeiro pontífice americano, a condenou.
Só que a teocracia persa, que já demonstrou capacidade adaptativa enorme ante a decapitação a que foi submetida, não caiu na tática. Insistiu em que não pode negociar sob bombas e buscou negar que estivesse disposta a ceder, embora isso estivesse subentendido no curso de negociações mediadas pelo Paquistão.
Elas pareciam ter avançado um pouco ao longo da terça, mas todos os beligerantes resolveram elevar a temperatura militar do conflito para se posicionar para novas conversas.
Os EUA atacaram alvos militares na estratégica ilha de Kharg, de onde saem 90% do óleo iraniano em tempos mais normais. O local é um alvo primários de qualquer ação anfíbia ou aerotransportada dos americanos, embora analistas digam que os riscos de baixas são enormes dada a posição exposta junto à costa do Irã.
Seja como for, Trump deslocou 5.000 fuzileiros navais e um número incerto de paraquedistas para a região. Não é nada que garanta uma invasão terrestre do rival, mas sim para operações mais focadas.
Apesar do poderio superior, os americanos não têm recursos para assegurar o trânsito de petroleiros e afins por Hormuz. Também nesta terça, os aliados de Teerã Rússia e China vetaram uma resolução no Conselho de Segurança da ONU que abriria o caminho para uma operação legal com esse fim.
Já Israel fez inéditos ataques a ferrovias civis do rival, matando ao menos duas pessoas no processo, e atingiu uma petroquímica produtora de insumos para explosivos em Shiraz.
A ação, um dia após outra petroquímica iraniana ser atacada, levou a uma retaliação contra um complexo semelhante na Arábia Saudita. Teerã voltou a advertir que iriam empregar seus mísseis e drones contra o sistema energético do golfo Pérsico, mantendo a tensão no mercado em alta.
O ataque aos sauditas azedou as negociações tocadas pelos paquistaneses, que têm um acordo militar com o reino desértico, mas aparentemente não foi suficiente para demover Trump de seu novo adiamento.
Enquanto isso, os iranianos também atacaram um petroleiro perto de Omã, edifícios no Kuwait e nos Emirados Árabes Unidos, onde duas pessoas foram mortas. À noite, voltou a bombardear alvos nos vizinhos.
A rotina de bombardeio a Israel também seguiu, com drones e mísseis disparados de lá, a partir de bases houthis no Iêmen e do Líbano, onde posições do Hezbollah também foram atacadas pelo Estado judeu.
Leia Também: EUA emitem alerta após hackers pró-Irã atacarem sistemas de água e energia

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