Magro vive fora do Brasil e foi determinada a inclusão de seu nome na lista vermelha da Interpol.
A decisão é do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).
Segundo a PF, a operação apura “atuação de conglomerado econômico do ramo de combustíveis suspeito de utilizar estrutura societária e financeira para ocultação patrimonial, dissimulação de bens e evasão de recursos ao exterior”.
A investigação é sobre suspeitas de fraudes fiscais, ocultação patrimonial e inconsistências relacionadas à operação de refinaria.
Magro é dono da Refit (Refinaria de Manguinhos), investigada nas operações Carbono Oculto e Cadeia de Carbono, deflagradas no ano passado contra sonegação de impostos na importação da gasolina e fornecimento de combustíveis para postos de gasolina do PCC.
Foi determinado o de bloqueio de aproximadamente R$ 52 bilhões em ativos financeiros.
Sócia defende regularidade e nega ter recebido recursos públicos para longa-metragem sobre Jair Bolsonaro. Gestão Nunes diz que convênio de R$ 108 mi foi regular, e deputados do PL justificam destinação de verbas
| 07:18 – 15/05/2026
