Ao utilizar este site, você concorda com os política de Privacidade eTerms of Use.
Accept
RR NOTÍCIASRR NOTÍCIASRR NOTÍCIAS
Notification Show More
Font ResizerAa
  • Home
  • RRMais
  • Mundo
  • Política
  • Polícia
  • Esportes
  • Economia
  • Saúde
Reading: Congresso pressiona, e TCU deve liberar penduricalhos fora do teto e abrir precedente
Share
Font ResizerAa
RR NOTÍCIASRR NOTÍCIAS
  • Clima
  • Economia
  • Loterias
  • Esportes
Busca
  • RRMais
  • Mundo
  • Polícia
  • Política
  • Saúde
Have an existing account? Sign In
Follow US
Ad imageAd image
RR NOTÍCIAS > Blog > Política > Congresso pressiona, e TCU deve liberar penduricalhos fora do teto e abrir precedente
Senado aprova programa Gás do Povo e envia aposta eleitoral para sanção de Lula
Política

Congresso pressiona, e TCU deve liberar penduricalhos fora do teto e abrir precedente

Last updated: 15 de julho de 2026 12:37
Gabriel Published 15 de julho de 2026
Share

O governo Lula acompanha o caso com preocupação, porque uma decisão favorável pode permitir a criação de um novo tipo de penduricalho.
O processo está pautado para julgamento pelo plenário nesta quarta-feira (15) e tem como relator o ministro Walton Alencar Rodrigues. A discussão chegou ao tribunal por meio de uma representação apresentada pelo Sindilegis, sindicato que representa servidores da Câmara dos Deputados, do Senado e do TCU.
Na ação, a entidade sustenta que a sistemática atual provoca uma distorção: servidores passam a exercer funções de direção e chefia sem receber uma contraprestação financeira efetiva, já que a remuneração adicional é neutralizada pelo teto.
Segundo o sindicato, essa situação desestimula a ocupação de cargos estratégicos e compromete a eficiência dos órgãos públicos.
Penduricalho é o nome dado a valores extras pagos a servidores públicos além do salário-base, elevando a remuneração mensal.
A entidade defende que os pagamentos decorrentes das funções de confiança recebam tratamento diferente na aplicação do teto constitucional, por corresponderem ao exercício de atribuições adicionais.
A Folha apurou que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), procurou, nas últimas semanas, ministros da Corte com indicações políticas para defender uma mudança no entendimento atualmente adotado pelo tribunal.
O julgamento pode produzir efeitos relevantes sobre a remuneração de servidores que ocupam funções de confiança.
Hoje, o entendimento consolidado do TCU é que a gratificação pelo exercício de cargos de chefia integra a remuneração total do servidor e, portanto, deve ser submetida ao teto constitucional.
Na prática, servidores que já recebem valores próximos ao limite assumem funções de maior responsabilidade sem receber integralmente a gratificação, porque parte do pagamento é absorvida pelo chamado abate-teto.
A equipe econômica do governo Lula teme que uma decisão do TCU abra precedente para outras carreiras do serviço público.
Um técnico de alto escalão do tribunal contrário à medida afirmou que chama atenção o fato de a Corte, responsável pelo controle externo das contas públicas, já ter feito diversos alertas sobre a política fiscal.
A área técnica do TCU recomendou o arquivamento da representação. No parecer encaminhado ao relator, os técnicos afirmam que o sindicato não possui legitimidade para utilizar esse tipo de instrumento processual.
Eles também sustentam que a jurisprudência do próprio tribunal e do STF (Supremo Tribunal Federal) é pacífica no sentido de que as gratificações de função integram a remuneração submetida ao teto constitucional.
Apesar da manifestação, a tendência é que o relator seja derrotado no plenário, segundo apurou a Folha. Walton Alencar Rodrigues pautou o processo duas vezes nos últimos meses, mas o retirou de votação em ambas as ocasiões.
Não está descartada a possibilidade de o ministro retirar novamente o caso da pauta em razão da pressão política. Nesta quarta-feira, a tendência é que ele entenda que não compete ao TCU analisar o processo.
O julgamento ocorre poucos meses depois de uma decisão do ministro Flávio Dino, do STF, que reorganizou o tratamento das verbas pagas à magistratura e ao Ministério Público.
Em março, o Supremo fixou uma tese para disciplinar verbas indenizatórias dessas carreiras e estabeleceu uma regra de transição até que o Congresso aprove uma legislação nacional sobre o tema.
Na ocasião, o STF autorizou, dentro dos parâmetros definidos, o pagamento de determinadas parcelas fora do teto remuneratório a magistrados e integrantes do Ministério Público. A decisão, porém, deixou expresso que a tese não se aplica às demais carreiras do serviço público.
Foi justamente esse entendimento que reacendeu o debate entre servidores do Congresso e do TCU. O argumento é que, enquanto juízes e membros do Ministério Público passaram a contar com um regime específico para determinadas verbas, os funcionários do Legislativo continuam submetidos à interpretação tradicional do teto.
O parecer da área técnica do TCU dedica parte significativa de sua fundamentação à decisão do STF.
Embora reconheçam que houve uma mudança no cenário jurídico para magistrados e integrantes do Ministério Público, os técnicos afirmam que a tese do Supremo não resolve o problema estrutural do teto remuneratório e não pode ser automaticamente estendida aos demais servidores públicos.
A unidade técnica conclui que uma eventual solução depende de mudanças legislativas, e não de uma nova interpretação do teto constitucional pelo TCU.
O risco de o tribunal dar sinal verde ao pagamento de gratificações fora do teto chegou ao Supremo. Alguns ministros envolvidos nessa discussão consideram que a medida representaria um retrocesso e prejudicaria os debates sobre penduricalhos e o cumprimento do limite remuneratório.
Procurado, o presidente do Senado não respondeu aos questionamentos da reportagem.
O presidente do TCU, Vital do Rêgo, já havia criado uma verba indenizatória para técnicos da Corte que ocupam cargos de chefia, sinalizando apoio ao pagamento das gratificações.
Em entrevista ao C-Level, videocast da Folha, em junho, ele defendeu a adoção da medida por meio de portaria e afirmou que a iniciativa não contraria a decisão do Supremo.
“Quanto vocês acham que ganha um CEO de uma grande empresa ou o chefe de um serviço médico no Distrito Federal? Você sabe quanto seria o teto do serviço público para um especialista, como é o CEO de empresa privada? R$ 72 mil, aplicando a inflação durante todo esse tempo, desde que foi criado. A grande maioria dos auditores do TCU já está no teto atual”, afirmou Vital do Rêgo.

Ministros exigiram que tribunais de sete Estados informem pagamentos realizados em desconformidade com a decisão do STF que proibiu penduricalhos acima do limite de 70% do teto, e ameaçaram depor presidentes que não prestarem informações ou tiverem violado as regras
| 16:12 – 06/07/2026

 

You Might Also Like

Defesa de Bolsonaro diz ao STF que ele não sabia de divulgação de carta por Flávio

Foto com ‘capanga de Vorcaro’ cria “problemão” para Flávio Bolsonaro

Dino manda presidentes de 21 partidos explicarem se têm 'cotas' para emendas parlamentares

Genial/Quaest: Lula amplia vantagem e venceria Flávio Bolsonaro nos dois turnos

Genial/Quaest: 57% dizem que conhecem e não votariam em Flávio Bolsonaro

Share This Article
Facebook Email Print
Leave a comment

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Categories

Link rápido
  • Clima
  • Economia
  • Loterias
Top Categories
  • RRMais
  • Mundo
  • Polícia
  • Política
  • Saúde

Inscreva-se nos EUA

Assine nosso boletim informativo para receber nossos artigos mais recentes instantaneamente!

[mc4wp_form]

RR NOTÍCIASRR NOTÍCIAS
Copyright © 2024 RR Entretenimento e Negócios | Todos os direitos reservados.
WhatsApp
Olá
Nos da RR NOTICIAS estamos aqui, como podemos ajudá-lo?
Abrir bate-papo
Powered by Joinchat
Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?