Ao utilizar este site, você concorda com os política de Privacidade eTerms of Use.
Accept
RR NOTÍCIASRR NOTÍCIASRR NOTÍCIAS
Notification Show More
Font ResizerAa
  • Home
  • RRMais
  • Mundo
  • Política
  • Polícia
  • Esportes
  • Economia
  • Saúde
Reading: Irã rejeita negociar após fracasso de ataques de Trump
Share
Font ResizerAa
RR NOTÍCIASRR NOTÍCIAS
  • Clima
  • Economia
  • Loterias
  • Esportes
Busca
  • RRMais
  • Mundo
  • Polícia
  • Política
  • Saúde
Have an existing account? Sign In
Follow US
Ad imageAd image
RR NOTÍCIAS > Blog > Mundo > Irã rejeita negociar após fracasso de ataques de Trump
Irã rejeita negociar após fracasso de ataques de Trump
Mundo

Irã rejeita negociar após fracasso de ataques de Trump

Last updated: 27 de julho de 2026 13:55
Gabriel Published 27 de julho de 2026
Share

Segundo o porta-voz diplomático do Irã, Esmail Baghaei, seu país também irá cessar os ataques retaliatórios contra aliados americanos no Golfo Pérsico enquanto Trump fizer o mesmo.
A campanha americana havia começado após o republicano declarar nulo no dia 8 o cessar-fogo de 60 dias que havia sido assinado entre os rivais em 17 de junho. O acordo ratificava o congelamento da guerra na região, cuja fase mais aguda durou cinco semanas a partir do primeiro ataque dos EUA e de Israel, em 28 de fevereiro.
Os EUA impuseram um bloqueio aos portos iranianos e Teerã disse ter fechado novamente o estreito de Hormuz, via por onde 20% do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo passavam antes da guerra.
A nova pausa nos combates, iniciada na noite de sexta (24), acalmou um pouco os mercados, fazendo o preço do barril do tipo Brent cair para pouco menos de US$ 90, após ter ultrapassado os US$ 100 na semana passada.
Segundo múltiplos relatos na imprensa americana ao longo do fim de semana, a decisão de Trump decorreu de um alerta de Dan Caine, o principal chefe militar dos EUA. Segundo o general, já não havia mais alvos para os bombardeios pontuais dos últimos dias, e havia risco de exaustão de defesa antiaérea na região.
Por outro lado, a campanha retaliatória do Irã foi particularmente punitiva, atingindo bases americanas na Jordânia, Kuwait e Bahrein, matando oficialmente quatro militares -os relatos de danos são muito censurados, mas imagens sugerem que aeronaves e radares foram destruídos.
No domingo (26), o embaixador dos EUA na ONU, Mike Waltz, afirmou que a pausa visava incentivar negociações, mas que Trump não descartava ampliar a guerra. O presidente havia feito essa ameaça na semana passada.
Ao rejeitar inicialmente tais conversas, a teocracia busca estabelecer uma posição de força e cantar uma vitória diplomática sobre os americanos, dado que resistiu à campanha de ataques.
Além disso, Teerã viu a renovada disputa entre seus aliados houthis do Iêmen e a Arábia Saudita jogar ao seu favor, com o perigo de disrupção na exportação de petróleo pelo mar Vermelho. Ainda que os rebeldes tenham agenda própria, a ameaça de ver os estreitos dos dois lados da península Arábica fechados elevou a pressão sobre Trump.
No entanto, há nuances no movimento de Teerã. O regime não buscou envolver Israel na atual fase do conflito, e apenas sinalizou escalada com ataques contra infraestrutura civil no Golfo, sem usar força total.
Os iranianos jogaram uma partida de paciência com os EUA, retaliando de forma pontual. Não interessa a eles a reabertura de um conflito amplo, dada a degradação de boa parte de suas forças.
Por outro lado, isso nem tampouco interessa a Trump, que também insinuou escalada ao atacar pontes iranianas. A guerra é impopular nos EUA, e o republicano enfrenta eleições legislativas em novembro sob risco de perder o controle das duas Casas do Congresso.
Enquanto as declarações são feitas de lado a lado, ainda há pontas soltas no Oriente Médio. O Irã diz que ainda controla Hormuz e que, nesta segunda, mandou seis navios que tentavam deixar a região sem sua autorização darem meia-volta.
Com isso, tenta asseverar seu objetivo estratégico de exercer domínio sobre a região e cobrar pedágio pelo trânsito de navios.
A campanha ora suspensa por Trump começou porque Teerã havia disparado contra petroleiros que haviam cruzado por fora da rota que a teocracia havia estabelecido.
A crise será discutida pelo americano com seu aliado Binyamin Netanyahu em um encontro na Casa Branca nesta terça (28). O premiê israelense também é pressionado pelo calendário eleitoral: enfrenta eleições em outubro nas quais precisa apresentar algum resultado de suas guerras na região.

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou hoje um projeto de construção de uma autoestrada que terá o seu nome e ligará as cidades de Tiznit e Dakhla, esta última localizada no território ocupado do Saara Ocidental.
Brasil | 12:36 – 26/07/2026

You Might Also Like

Brasileira é suspeita de matar filha de 4 anos após perder guarda nos EUA

Piloto relata como salvou 174 passageiros durante tentativa de sequestro em voo

Após EUA, Austrália também fecha embaixada no Brasil

Trump diz que acompanha as eleições brasileiras “muito de perto”

Trump diz que “aniquilar o Irã” criou “paz no mundo” e ameaça novo ataque

Share This Article
Facebook Email Print
Leave a comment

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Categories

Link rápido
  • Clima
  • Economia
  • Loterias
Top Categories
  • RRMais
  • Mundo
  • Polícia
  • Política
  • Saúde

Inscreva-se nos EUA

Assine nosso boletim informativo para receber nossos artigos mais recentes instantaneamente!

[mc4wp_form]

RR NOTÍCIASRR NOTÍCIAS
Copyright © 2024 RR Entretenimento e Negócios | Todos os direitos reservados.
WhatsApp
Olá
Nos da RR NOTICIAS estamos aqui, como podemos ajudá-lo?
Abrir bate-papo
Powered by Joinchat
Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?