Os Estados Unidos anunciaram nesta quinta-feira (6) novas sanções contra integrantes do governo cubano, incluindo o ministro das Forças Armadas, general Álvaro López Miera. As restrições também alcançam outras autoridades e cinco empresas vinculadas ao setor industrial militar de Cuba, em mais um capítulo da política de pressão adotada por Washington contra a ilha.
Em comunicado, o Departamento de Estado norte-americano informou que os alvos das sanções estariam envolvidos na aquisição e manutenção de armamentos e equipamentos militares obtidos no exterior para abastecer as forças armadas e os órgãos de segurança cubanos. As medidas fazem parte da estratégia dos Estados Unidos de ampliar restrições contra integrantes do aparato estatal do país caribenho.
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O governo norte-americano voltou a afirmar que considera Cuba um país que apoia o terrorismo, classificação mantida por Washington e frequentemente utilizada para justificar a adoção de sanções econômicas e diplomáticas. As autoridades dos Estados Unidos não detalharam quais restrições específicas serão aplicadas às empresas e aos demais integrantes incluídos na lista.
As novas medidas reforçam o cenário de tensões entre os dois países, cujas relações permanecem marcadas por décadas de divergências políticas e econômicas. Até o momento, o governo cubano não havia se manifestado oficialmente sobre o anúncio das sanções.
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