A ação tem como pano de fundo o incêndio criminoso da réplica da Estátua da Liberdade instalada em frente à loja -um dos principais símbolos da identidade visual da rede e frequentemente associado ao discurso político adotado por Hang nos últimos anos. O episódio foi comentado por Tuca Andrada na plataforma Threads, em tom irônico e crítico.
Segundo a petição, uma das postagens que motivaram o processo trazia a frase: “Se essa moda pega, nosso periquitinho patriota terá prejuízo”. A expressão, usada por críticos do empresário para ironizar sua imagem pública e a simbologia da estátua, é considerada pelos advogados de Hang ofensiva e depreciativa.
Também consta na ação outro comentário atribuído ao ator sobre o incêndio: “Não sou a favor da barbárie, mas estou cagando que essa cafonice queime e também que o nazista morra”. De acordo com a defesa, o uso do termo “nazista” teria sido direcionado diretamente a Luciano Hang, o que configuraria injúria e difamação. Em outubro, Luciano Hang foi condenado a pagar indenização por danos morais ao presidente Lula (PT) por ter exibido, em faixas levadas por aviões no litoral catarinense, frases ofensivas ao petista.
Hang e a Havan sustentam que as manifestações extrapolam o direito à crítica política e atingem a honra pessoal do empresário, além de desrespeitarem a empresa e seus funcionários. Segundo reportagem da revista Piauí, a petição afirma ainda que as declarações estimulam hostilidade e relativizam atos de violência, como o vandalismo registrado em Petrolina.
Em vídeo divulgado em seu perfil nas redes sociais, a comandante do Sensacional afirma que tem passado “dias terríveis” com “ataques levianos e xingamentos”. Muito por conta de reportagens que afirmam que ela teria tido opinião decisiva no rompimento com Gimenez
| 14:30 – 19/01/2026
