Soltani havia sido preso no último dia 8 na cidade de Karaj, nos arredores de Teerã, e sua família havia sido comunicada a respeito de sua execução, de acordo com a ONG Iran Human Rights (IHR), com sede na Noruega. Agora, a organização Hengaw afirma que a execução de Soltani, que se daria por meio de enforcamento, foi adiada. A ONG diz estar em contato com a família do manifestante preso.
Segundo a IHR, Soltani não recebeu um julgamento e não teve direito à defesa, e não há informações sobre os crimes pelos quais foi acusado.
Aos 26 anos, trabalhador do setor têxtil foi preso durante manifestações contra o regime, não teve acesso a advogado nem julgamento formal e pode se tornar o primeiro manifestante executado nesta nova onda de repressão no país.
| 07:40 – 14/01/2026
