A Corte havia sido acionada nesta semana por uma coalizão representando várias dessas ONGs. O consórcio solicitava a suspensão liminar da aplicação dessa medida enquanto aguardava uma análise judicial completa.
“Sem tomar qualquer posição, uma ordem provisória temporária é emitida por este meio”, afirmou a corte em uma decisão que responde a uma petição das organizações internacionais, incluindo Médicos Sem Fronteiras (MSF) e Oxfam, que buscam reverter a proibição após o governo de Israel revogar seu status no país.
Entre as exigências de Israel, estava o compartilhamento da lista de nomes e informações de contato de todos os funcionários. No entanto, os grupos de ajuda afirmam que compartilhar esses dados seria um risco à segurança, visto que centenas de trabalhadores foram mortos ou feridos durante a guerra em Gaza.
O Estado de Israel disse que as exigências tinham como objetivo evitar o desvio de ajuda por grupos terroristas palestinos, segundo a imprensa local.
A ONU, a União Europeia e outros atores internacionais criticaram essa decisão de Israel, que havia dado às ONGs até a meia-noite de 31 de dezembro de 2025 para se adequarem às novas exigências.
Um homem, de 34 anos, teria atraído o pai – o ex-banqueiro ucraniano Alexandru Adarici – para uma emboscada com o objetivo de obter 250 mil euros (cerca de 1,6 milhões de reais) em criptomoedas, na Itália
| 14:00 – 27/02/2026
