Suzane von Richthofen, condenada a 39 anos de prisão pelo assassinato dos próprios pais em 2002, é o foco de um novo documentário de quase duas horas que revisita um dos crimes mais chocantes do país. Na produção, ela fala abertamente sobre o impacto do caso na própria família, especialmente na vida do irmão, Andreas, que tinha 14 anos na época.
“Ele gritava e chorava. Não era para ter sido assim. E eu tenho culpa porque causei todo esse sofrimento nele”, afirma Suzane no documentário, segundo informações divulgadas pelo jornal O Globo.
Ela relata que as lembranças daquele momento continuam presentes até hoje. O sofrimento do irmão, segundo Suzane, foi a consequência mais devastadora de tudo o que aconteceu. Os gritos dele, de acordo com seu relato, ainda ecoam em sua mente.
Suzane também descreve Andreas como “um refúgio dentro de casa” e afirma que os dois tinham uma relação muito próxima. Diz que sempre procurou protegê-lo, o que torna ainda mais dolorosa a percepção de que foi ela quem “destruiu a vida” do irmão.
Apesar de já ter pedido perdão, a relação entre os dois nunca foi reconstruída. Ao longo dos anos, eles se afastaram completamente e passaram a enfrentar conflitos familiares e disputas patrimoniais.
Em 2016, Andreas chegou a ser internado por cerca de 20 dias em uma clínica psiquiátrica após sofrer um surto emocional, em meio à possibilidade de reencontrar a irmã, que tentava uma reaproximação. Desde então, o distanciamento entre os dois permanece.
Artista diz que agiu rapidamente após primeiros sintomas e destaca importância do atendimento imediato. Mico Freitas segue internado sob observação, consciente e estável, enquanto passa por exames para investigar a causa do AVC isquêmico
| 04:30 – 08/04/2026
