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RR NOTÍCIAS > Blog > Mundo > Babá brasileira é condenada a 10 anos de prisão por envolvimento em assassinato nos EUA
Babá brasileira é condenada a 10 anos de prisão por envolvimento em assassinato nos EUA
Mundo

Babá brasileira é condenada a 10 anos de prisão por envolvimento em assassinato nos EUA

Last updated: 13 de fevereiro de 2026 16:32
Gabriel Published 13 de fevereiro de 2026
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Ela foi considerada culpada de participar dos assassinatos de Christine Banfield e Joseph Ryan em 2023. Além do período presa, terá que cumprir mais dois anos de liberdade condicional. À época, ela mantinha um relacionamento com
Brendan Banfield, pai da família para a qual trabalhava e marido de Christine.
Segundo a investigação, ele e Juliana elaboraram um plano para matar a mulher que envolvia o uso de um site fetichista e treinamento de tiro. Em depoimento, a brasileira disse que o objetivo do crime era permitir que eles pudessem ficar juntos.
Juliana está presa desde a época do crime e aceitou um acordo com a Procuradoria de Fairfax, no qual confessou participação na trama e se declarou culpada pela morte de Ryan. Antes do acordo, ela respondia por homicídio em segundo grau (que tem uma pena maior) e uso ilegal de arma de fogo.
Com a colaboração na investigação, a acusação foi reclassificada para “manslaughter”, um tipo de homicídio com pena menor, de no máximo dez anos de prisão. Além disso, como parte do acordo, a promotoria do caso recomendou que a brasileira deveria ser condenada a uma pena semelhante ao período que ela já cumpriu de prisão, que somam pouco mais de dois anos.
A brasileira leu um depoimento em que pediu desculpas às famílias afetadas. “Eu não vou me perdoar pela dor que causei. Não o que eu possa fazer. Há tantos arrependimentos, sei que meu remorso não trará paz a ninguém. Eu me perdi em uma relação, ultrapassei todos os limites e coloquei entes queridos em risco.”
Durante a leitura da sentença, porém, a juíza afirmou que não poderia aceitar a recomendação e decidiu condená-la pela pena máxima para o crime, que foi de dez anos.
“Suas ações foram deliberadas, motivadas por interesse próprio e demonstraram um profundo desprezo pela vida humana. Então, sejamos claros: você não merece nada além do encarceramento e de uma vida de reflexão sobre o que fez à vítima e à família dela. Que isso pese intensamente sobre a sua consciência”, afirmou a juíza Penney S. Azcarate. A magistrada afirmou que o caso foi um dos o caso de “homicídio mais grave que o tribunal já viu”.
Em entrevista a jornalistas após o veredito, o advogado da babá brasileira, Ryan Campbell, afirmou que sente “profunda solidariedade com a família Banfield e com a família de Joe Ryan”. “O que eles enfrentaram foi terrível. Quando ficou claro que o correto a fazer era cooperar, fizemos todo o possível para colaborar e ajudar na condenação de Brendan Banfield”, disse Campbell.
OS ASSASSINATOS
De acordo com os autos do processo, Juliana e Brendan criaram um perfil falso em um site de fetiches, se passando por Christine. Por meio desse perfil, marcaram um encontro com Ryan na casa da família. O plano era matar Christine e fazer parecer que o crime havia sido cometido por ele.
Juliana teria sido responsável pela morte de Joseph, já Brendan foi considerado culpado pelos assassinatos em um veredito divulgado no fim de janeiro -ele assassinou a mulher a facadas. Ele também foi condenado por uso de arma de fogo e por colocar uma criança em perigo -a filha do casal, então com quatro anos, estava na residência no momento do crime. A sentença dele será proferida no início de maio, porém a expectativa é que ele seja condenado a prisão perpétua.
A posutra de Brendan foi classificada pela Promotoria como “monstruosa” por cometer os crimes e ainda mentir no banco das testemunhas. Segundo a acusação, ele desejava construir uma vida com Juliana e não via outra forma de fazê-lo sem matar a esposa.
Segundo o jornal The New York Times, durante a audiência, o advogado de Brendan, John Carroll, alegou que Juliana teria iniciado conversas com um jornalista interessado em comprar sua história. De acordo com mensagens apresentadas no tribunal, o plano seria produzir um documentário para a Netflix sobre o caso.

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