Ao utilizar este site, você concorda com os política de Privacidade eTerms of Use.
Accept
RR NOTÍCIASRR NOTÍCIASRR NOTÍCIAS
Notification Show More
Font ResizerAa
  • Home
  • RRMais
  • Mundo
  • Política
  • Polícia
  • Esportes
  • Economia
  • Saúde
Reading: Brasileiro tem dificuldade em saber seus direitos, aponta pesquisa
Share
Font ResizerAa
RR NOTÍCIASRR NOTÍCIAS
  • Clima
  • Economia
  • Loterias
  • Esportes
Busca
  • RRMais
  • Mundo
  • Polícia
  • Política
  • Saúde
Have an existing account? Sign In
Follow US
Ad imageAd image
RR NOTÍCIAS > Blog > Polícia > Brasileiro tem dificuldade em saber seus direitos, aponta pesquisa
Polícia

Brasileiro tem dificuldade em saber seus direitos, aponta pesquisa

Last updated: 31 de agosto de 2026 16:14
rrnoticias Published 31 de agosto de 2026
Share

De cada dez brasileiros, sete (70%) que acreditam ter sido vítimas de ilegalidades consideram difícil ou muito difícil encontrar informações sobre seus direitos e processos judiciais. O dado é de pesquisa conduzida pela Ipsos, sob encomenda pelo portal de informações jurídicas Jusbrasil, apresentada com exclusividade à Agência Brasil. 

A pesquisa mostra que 72% dos entrevistados ou alguém de seu domicílio tiveram ou podem ter tido algum direito violado nos últimos 12 meses. Desse total, 36% têm certeza de que houve uma violação e outros 36% suspeitam que isso tenha acontecido. Outros 22% afirmam que não passaram por uma situação desse tipo e 6% não souberam responder ou não se lembraram de um episódio desse tipo.

Entre os que suspeitam de violações e os que não souberam ou não lembraram, 42% não conseguem afirmar com segurança se eles próprios ou alguém de seu domicílio tiveram algum direito violado. A dúvida, portanto, pode aparecer antes de a pessoa buscar orientação ou decidir como agir.

Foram feitas 1,5 mil entrevistas com homens e mulheres de 18 anos de idade ou mais, de todas as classes sociais, por todas as regiões do país. O período de coleta foi de 28 de julho a 4 de agosto deste ano, e a margem de erro é de 2,5 pontos percentuais.

Ipsos – Divulgação

Desconhecimento 

O mesmo se constata em relação ao grau de escolaridade, já que mais anos de estudo não se convertem em uma maior compreensão sobre direitos e quais os meios para garanti-los.

Com a pesquisa, fica claro que o desconhecimento leva, muitas vezes, à falta de ação de quem se sentiu ou foi de fato prejudicado. Uma parcela de 60% dos entrevistados declara ter deixado de obter algum direito ou benefício por não saber o que fazer. 

Entre aqueles que identificaram uma violação de direito, um terço (33%) diz ter dado encaminhamento, enquanto 10% estão no início de uma questão legal ou processo, e 17% afirmaram já tê-los finalizado. Outros 27% têm um processo judicial ainda não iniciado e 13% não sabem informar a situação atual.

Poder público

O advogado da Rede Nacional de Advogadas e Advogados Populares Paulo Mariante defende que o Estado assuma a responsabilidade pela democratização desses fundamentos de direitos, por meio da adoção de políticas públicas de disseminação que partem desde o ensino básico, em escolas de todo o país. 

A lacuna dessa medida, segundo o advogado, é suprida, atualmente, por centros de formação cultural e política, que, por mais valiosos que sejam, não abrangem toda a população.

“É importante saber matemática, mas também saber direitos”, sintetiza Paula Mariante.

Conforme ressalta Mariante, as defensorias públicas, órgãos instituídos para prestar assistência jurídica a pessoas de baixa renda, são recentes no Brasil. A do Rio de Janeiro, por exemplo, é de 1954. A segunda, de Minas Gerais, surgiu 27 anos depois, em 1981. A de São Paulo completa somente duas décadas de existência este ano.

Ipsos – Divulgação

Segundo o advogado, a capacidade de coletivos dedicados a esses atendimentos, como os organizados por militantes como a jornalista Amelinha Teles, presa e torturada durante a ditadura militar instaurada com o golpe de 1964, demonstra o que o Estado poderia concretizar. “Mas isso só avançaria com vontade política”, frisa.

“A linguagem jurídica é um problema. Complexa, rebuscada, é um exercício de poder”, avalia Mariante. 

“Nossa educação tem, hoje, uma série de desafios, mas não é por isso que [a educação em direitos] deveria deixar de ser feita”, afirma.

FONTE: AGENCIA BRASIL

You Might Also Like

Zanin manda ampliar horário de votação ate às 19h

Justiça proíbe rede de supermercados de praticar assédio eleitoral

Nunes Marques nega autorização para transporte de eleitores indígenas

Tribunais eleitorais definem urnas que serão auditadas no 2º turno

Bullying: cartórios têm recorde de atas que podem comprovar agressões

Share This Article
Facebook Email Print
Leave a comment

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Categories

Link rápido
  • Clima
  • Economia
  • Loterias
Top Categories
  • RRMais
  • Mundo
  • Polícia
  • Política
  • Saúde

Inscreva-se nos EUA

Assine nosso boletim informativo para receber nossos artigos mais recentes instantaneamente!

[mc4wp_form]

RR NOTÍCIASRR NOTÍCIAS
Copyright © 2024 RR Entretenimento e Negócios | Todos os direitos reservados.
WhatsApp
Olá
Nos da RR NOTICIAS estamos aqui, como podemos ajudá-lo?
Abrir bate-papo
Powered by Joinchat
Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?