“Fica aqui meu pedido sincero: não precisa ‘pressionar’ ninguém ou me ‘defender’ de pessoas que também querem Bolsonaro na Presidência da República. Já disse algumas vezes e repito, cada um tem o seu tempo e a sua forma de ajudar”, escreveu Flávio em publicação na noite desta sexta-feira (24).
Mais cedo, Nikolas havia afirmado que, se a capacidade cognitiva do vereador Jair Renan Bolsonaro (PL) e a de outro influenciador de direita que o critica fossem somadas, ainda assim não alcançariam a de uma “toupeira cega”.
Depois da postagem do pré-candidato à Presidência, o deputado mineiro respondeu ao apelo e afirmou que sofre provocações “há três anos” e permanecia calado. “Mas como todo ser humano, tenho um limite. E com o passar do tempo, vários aliados de longa data, leais e íntegros tem sido alvo da mesma turma que nada agregam, a não ser gerar divisão e até mesmo fiscalização/perseguição a quem não posta uma porcentagem que eles desejam.”
Nikolas também citou correligionários na Câmara, afirmando que eles têm se tornado “alvo diário” de perseguição, “minando a própria base que o seu pai criou”.
“Isso tem gerado um clima que ninguém mais suporta. Poucos tem coragem de enfrentar, e quando enfrentam, recebem o rótulo de ‘traidores'”, disse.
No início do mês, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro disse que “os holofotes e a fama” fizeram mal ao parlamentar mineiro.
“Você continua colocando Flavio numa espiral do silêncio, com menos de meia dúzia de apoios públicos, apenas para fingir não ter abandonado o grupo político que te projetou.”
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