Ao utilizar este site, você concorda com os política de Privacidade eTerms of Use.
Accept
RR NOTÍCIASRR NOTÍCIASRR NOTÍCIAS
Notification Show More
Font ResizerAa
  • Home
  • RRMais
  • Mundo
  • Política
  • Polícia
  • Esportes
  • Economia
  • Saúde
Reading: Hanseníase: Brasil registrou mais de 300 mil casos da doença em dez anos
Share
Font ResizerAa
RR NOTÍCIASRR NOTÍCIAS
  • Clima
  • Economia
  • Loterias
  • Esportes
Busca
  • RRMais
  • Mundo
  • Polícia
  • Política
  • Saúde
Have an existing account? Sign In
Follow US
Ad imageAd image
RR NOTÍCIAS > Blog > Brasil > Hanseníase: Brasil registrou mais de 300 mil casos da doença em dez anos
Hanseníase: Brasil registrou mais de 300 mil casos da doença em dez anos
Brasil

Hanseníase: Brasil registrou mais de 300 mil casos da doença em dez anos

Last updated: 15 de fevereiro de 2026 08:00
rrnoticias Published 30 de janeiro de 2026
Share

O Brasil registrou mais de 300 mil casos de hanseníase entre 2015 e 2024, segundo o boletim epidemiológico da doença divulgado pelo Ministério da Saúde na quarta-feira, 28.

Do total de notificações ao longo do período analisado, 79% foram classificadas como casos novos, colocando o País na segunda posição do ranking mundial, atrás apenas da Índia.
O ano com maior número de registros foi 2015, com 28.758 notificações, enquanto 2020 apresentou o menor número, com 17.979 casos – queda que coincide com o período da pandemia de covid-19.
Em 2024, foram registrados aproximadamente 22 mil casos. Cerca de 72% deles se concentraram entre pessoas pretas e pardas, e os estados de Mato Grosso e Tocantins apresentaram as maiores taxas de detecção.
Ao longo da série histórica, as regiões Norte e Centro-Oeste concentraram as maiores taxas de diagnóstico da doença.
Desafios
A hanseníase é uma doença infecciosa crônica causada pela bactéria Mycobacterium leprae e está associada a contextos de vulnerabilidade social.
O boletim aponta que muitos diagnósticos ocorrem de forma tardia. Cerca de 11,5% dos casos novos foram identificados já no grau 2 de incapacidade, estágio em que o paciente apresenta sequelas físicas.
O abandono do tratamento também é citado como um desafio pelo Ministério da Saúde. Segundo o boletim, essa taxa passou de 4,6% em 2015 para 7,3% em 2024.
Transmissão
A hanseníase é transmitida pelas vias aéreas superiores, por meio da tosse, espirro ou fala de pessoas infectadas que ainda não iniciaram o tratamento. A transmissão ocorre em situações de contato próximo e prolongado – a doença não é transmitida por roupas ou abraços, por exemplo.
“O diagnóstico precoce, o tratamento oportuno e a investigação de contatos que convivem ou conviveram, residem ou residiram, de forma prolongada, com caso novo diagnosticado de hanseníase são as principais formas de prevenção”, diz o ministério.
Sintomas
O período de incubação da hanseníase varia, em média, de dois a sete anos. Nesse intervalo, o paciente pode não apresentar sinais ou sintomas da infecção.
Quando as manifestações surgem, elas englobam:

manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas na pele com perda ou alteração da sensibilidade ao calor e ao frio, à dor ou ao toque;
comprometimento dos nervos periféricos, com alterações sensitivas e/ou motoras;
diminuição de pelos e do suor;
sensação de formigamento ou fisgadas em mãos e pés;
diminuição da sensibilidade ou da força muscular na face, mãos e/ou pés;
surgimento de nódulos pelo corpo, em alguns casos avermelhados e dolorosos.

Quando não tratada adequadamente, a doença pode evoluir para complicações relacionadas às lesões cutâneas e ao comprometimento sensitivo e motor, podendo causar incapacidades permanentes.
Diagnóstico e tratamento
O diagnóstico da hanseníase é feito principalmente por exame físico, dermatológico e neurológico, de acordo com os sintomas apresentados. Em crianças, a identificação pode ser mais complexa.
O boletim mostra que, em 2024, 4,1% dos diagnósticos de hanseníase no Brasil ocorreram em menores de 15 anos. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), a persistência de casos nessa faixa etária indica transmissão ativa e recente, o que reforça a importância da vigilância e do diagnóstico precoce.
O tratamento disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) não exige internação hospitalar e é realizado com acompanhamento em unidades básicas de saúde. A terapia medicamentosa é feita por meio da poliquimioterapia única (PQT-U), que combina três antimicrobianos.
Em situações específicas, como em pessoas com peso inferior a 30 quilos ou que fazem uso de anticoncepcionais, podem ocorrer intercorrências com o medicamento padrão. Nesses casos, o SUS disponibiliza esquemas terapêuticos alternativos.
A duração do tratamento depende da forma da doença, mas geralmente varia entre seis meses e um ano.
Leia Também: Diabetes cresce 135% no Brasil, mostra inquérito nacional

You Might Also Like

Influenciadora de 27 anos morre após acidente de carro em Volta Redonda

Repórter descobre que vítima de atropelamento era seu próprio tio

Raoni tem quadro de saúde estável, sem febre e com rins funcionando

Criança fica em estado grave e vai para a UTI após ser atingida por trave

Governo Lula inclui estupro virtual no Ligue 180 após alta nos casos de violência na internet

Share This Article
Facebook Email Print
Leave a comment

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Categories

Link rápido
  • Clima
  • Economia
  • Loterias
Top Categories
  • RRMais
  • Mundo
  • Polícia
  • Política
  • Saúde

Inscreva-se nos EUA

Assine nosso boletim informativo para receber nossos artigos mais recentes instantaneamente!

[mc4wp_form]

RR NOTÍCIASRR NOTÍCIAS
Copyright © 2024 RR Entretenimento e Negócios | Todos os direitos reservados.
WhatsApp
Olá
Nos da RR NOTICIAS estamos aqui, como podemos ajudá-lo?
Abrir bate-papo
Powered by Joinchat
Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?