“Isso é algo que está sendo ativamente discutido pelo presidente e sua equipe de segurança nacional”, disse a secretária de imprensa Karoline Leavitt quando questionada sobre uma possível oferta de Washington para comprar o território da Dinamarca. “Sua equipe está atualmente conversando sobre como seria uma potencial compra.”
Leavitt reiterou que Trump acredita que adquirir a Groenlândia seria do interesse da segurança nacional de seu país. “Ele vê isso como sendo do melhor interesse dos EUA para deter a agressão russa e chinesa na região do Ártico. E é por isso que sua equipe está atualmente discutindo como seria uma potencial compra”, continuou.
Quando questionada sobre por que Trump não descartaria uma ação militar contra um membro da Otan, a aliança militar ocidental, Leavitt afirmou que “todas as opções estão sempre na mesa para o presidente Trump”. “Mas eu apenas direi que a primeira opção do presidente, sempre, tem sido a diplomacia.”
Paralelamente, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, afirmou também nesta quarta que planeja se reunir com representantes da Dinamarca na próxima semana.
“Se o presidente identifica uma ameaça à segurança nacional dos EUA, todo presidente mantém a opção de abordá-la por meios militares. Como diplomata, que é o que sou agora, e no que trabalhamos, sempre preferimos resolver de maneiras diferentes -isso incluiu a Venezuela”, disse Rubio aos repórteres quando questionado se os EUA estariam dispostos a potencialmente arriscar a aliança da Otan ao avançar com uma opção militar.
A maior parte dos investimentos está concentrada em áreas consideradas prioritárias pelo governo chinês, como semicondutores, inteligência artificial, biofarmacêutica, veículos inteligentes e aviação.
| 13:30 – 07/01/2026
